Praia dia 2 – Norte ou Sul?


[Momento Twett do dia: Caminhada na praia seguida de um temporal.Calção dbanho, camisa TSX,chinelo e molhado.Me senti no Jamboree!=D Agora vendo Castelo Ratimbum!]

11h - Dormi demais, novamente, é isso que tenho dizer sobre o começo do dia. Que horas acordei? 9h30. Ceedo hehehe! Mas é isso mesmo, dormi demais. Pra quem tava acostumado a dormir 3 a 4 horas quando tava em casa, nessa noite dormi acho que umas dez horas. Mas não foi por preguiça, era cansaço do dia anterior. \o/ Eba! Um motivo para estar cansado e dormir bastante. Meu dia começou com a seguinte frase “E então Jesus, junto com Maria e João, implantou sua nova idéia e transformou o mundo. Influenciando milhares de pessoas para fazerem como ele e seus discípulos” Primeira coisa que pensei, “Aff... minha mãe ta vendo a missa! ¬¬” e depois “Jesus é mais foda que o Roberto Justus, que baita publicitário e equipe de marketing ele tinha” Daí depois disso me levantei. Fui abrir a janela e percebi que já estava aberta – talvez por isso que eu tenha acordado tão cedo, com o sol na cara. Mas pêra... SOL? Ta foi modo de dizer, com a ‘luz’ na cara. Porque desde que cheguei aqui se tem alguma coisa que eu ainda não vi foi o sol... ¬¬ Comparando com o pseudo-apocalipse de ontem, hoje, o dia até que ta bonito. Ou melhor dizendo, estava bonito. Dez horas da manhã quando acabou a missa a família toda vai caminhar na Praia. Primeiro de tudo atravessar os banhados e poças que se formaram nas ruas – é lindo a infraestrutura das praias – ta demoramos um tempo recorde para atravessar três quadras, povinho lerdo pra atravessar o barro hein! E depois ainda tinha areia e água do mar pra aguentar, não sei porque tanto estresse com um pouquinho de esgoto hehehe! Ah e eu? Tava adorando. =D Ao chegarmos na praia me pedem, “Pra que lado tu foi ontem?” Eu respondo. “Norte”. Daí percebo que o pessoal continua na mesma e faço um sinal com o dedo e digo “Pra lá”. Daí eles dizem “Ta, vamos pra Curumim” Eu ri alto, ainda bem que era modo de dizer o ‘vamos para Curumim’ eu não queria andar 17km de chinelo de dedo e com um baita temporal se aproximando, exatamente do lado para onde estávamos indo.

[OFF: Estou com os fones ligados no note ouvindo cd da Ke$ha, assim me concentro. Acabaram de ligar o rádio no último volume com o CD Batidão Sertanejo, minha concentração esta falhando. Me desculpem a partir de agora os erros de concordância.]

Eu ri alto, ainda bem que era modo de dizer o ‘vamos para Curumim’ eu não queria andar 17km de chinelo de dedo e com um baita temporal se aproximando, exatamente do lado para onde estávamos indo. Passados uns 10 passos eu tive que dizer “Ta, ninguém viu? A chuva ta vindo de lá. E no outro lado ta ‘aberto’. Seria mais inteligente se a gente virasse.” Depois de pensarem fomos todos para o ‘norte’, ou seja, vamos para Torres hahahaha! Frio, um baaaita vento nas costas e a praia cheia. ¬¬ Seguimos 20 minutos caminhando, eu ouvindo o Wonderland. Só faltavam os piers e os parque de diversão na beira do mar, pareciam as praias inglesas. Nevoeiro, frio, chuva e nuvens carregadas propícias ao suicídio (bonitas as praias aqui do RS né? Hahahaha o_O) Ok! Seguimos caminhando, e eu só olhando os pingos que começavam a cair. Quando vejo que os pingos estavam ficando maior falei “Ta vamo embora!” Eu já tinha tomado banho de chuva ontem, eles era o primeiro. Ontem eu estava de calção de banho e tinha ido pro mar, foi só chegar em casa, tomar banho e depois já era tarde... Hoje não, eu até estava com um calção desses que seca – ainda to com ele, meio fedido, mas ta seco – porém estava com dois celulares e um ipod no bolso, e recém tinha acordado, não quero me molhar tanto, tão cedo. E ainda tem o dia todo pra ficar seco. Voltamos, fui na frente. Quando olho pra trás cadê todo mundo? Foram pegos pelo monstro da fumaça? Segui meu caminho pelo ‘centro’ onde tinha mais lugar para se proteger da chuva. Sentei num bar onde os policias tinham ido se proteger da chuva – fica dica, um ótimo momento para assaltar é durante a chuva, brigadianos não gostam de água – lá no bar me senti seguro. Depois que a chuva passou continuei caminhando. O legal é que na praia a gente caminha e não faz noção da distância. Quando eu tava na rua percebi que tava longe, já tinha chegado em Arreias Brancas. Umas 15 quadras de distância e seguindo... Quando chego em casa minha mãe diz “Oh... só molho o lado direito” “Sim, eu esperei a chuva passa, só me molhei lá na praia, e a chuva tava vindo do lado direito...” “Vai tomar banho” no sentido de se lavar, não no sentido de xingamento – ela diz – “Não” – eu ia me molhar de novo durante o dia, seja no mar ou na chuva, esperar de noite. Bom, depois dessa conversa incrível fui comer, incrível como tomar banho de chuva aumenta o apetite. Fui lavar os pés, porque estes estavam SUJOS, uma mistura de barro, areia, água do mar, água da chuva, água da poça estranha que se formou na rua aqui na frente Oo. Depois disso tudo vim aqui escrever. Coloquei a rede – muito mal colocada por sinal – fiz uma gambiarra com a tomada do notebook e cá estou escrevendo sobre esses dias na praia. Escrevo pra passar o tempo e para depois quando voltar pra casa colocar no Blog! =D Ou quando for numa lan, mas quero manter meu dinheiro longe de computadores por um tempinho. Agora, aqui na sacada, olhando pra rua, vejo que quem sabe não vou sair hoje a tarde... Eu não to conseguindo ver as ruas. Só o canteiro no meio delas. Digamos que a água tomou conta de tudo... ¬¬ Se passar um Caxiense a mil por hora aqui com certeza que a água me atinge hahahaha!! Agora 11:50 não tenho mais o que falar sobre o que já aconteceu no dia de hoje. Vou continuar a falar sobre o dia de ontem do post anterior agora que o note tem bateria. Se acontecer mais alguma coisa hoje escreverei. Ah e o Tas ainda não apareceu... =/ - 12h37

[OFF: 12h37 –13h15 Almoço, e percebo que está na Globo, mas não é nem RBS Caxias e nem RBS Porto Alegre. É Globo Rio de Janeiro. E mesmo assim não deve ser a Globo Rio de Janeiro. Passou desenho até às 13h45 e depois começou o Globo Esporte com times como Vasco e Fluminense (são cariocas né?). E as propagandas são estranhas, são só propagandas da Som Livre, Canal Futura e coisas do gênero... Não tem “comerciais”. Muito estranho essa Globo que tem aqui... e o pior: SÓ PEGA A GLOBO! Não vou poder ver Tudo no Improviso =( ]

18h19 – No início da tarde a Beta e seu pai foram ao fliperama super divertido que tem aqui. Jogos tipo Crusin USA, Rush, e outros de corrida que variam entre Atari e Nintendo. O maior problema é que o centro da cidade cheira a merda, literalmente. Ah! Mas antes disso esperei para ver as notícias da chuva no RS e SC que deram no Jornal Hoje, e também a notícia sobre o estado de saúde da Hebe. (Que? Sem Twitter fica difícil saber quando um famoso ta mais para lá do que para cá) Bom, Lá no fliperama encontrei o Brayan, na verdade disse pra ele ir lá, depois fomos caminhar na praia e catar bichinhos que vêm nas ondas. Nesse tempo veio um cara conversar com a gente dizendo que no inverno ele pesca, mas no verão é pedreiro porque da mais dinheiro, e ele também disse que gostava do mar quando tinha a bandeira branca. Branca? Paz no mar? Depois de nos distanciarmos muito da casa onde estamos a Beta e seu pai decidiram retornar. Eu e o Brayan continuamos a caminhada, seguimos até que as saídas de esgoto começaram a ficar grandes demais sujando a água – mais do que o normal. Voltamos um pouco e deixamos celulares, óculos e camisa junto da casa do salva vida e fomos para o mar, num lugar onde pudéssemos chamar de limpo. Ficamos lá na água por uns 30minutos pra mais. Bem distante da beira – atenção, existe uma diferença entre FUNDO e FUNDO, o fundo a que a que as nossas mães se referem é o fundo de altura, o fundo à que nós no referimos é o fundo de distância com a orla da praia. Ou seja, nós estávamos fundo na nossa concepção. Longe da praia, mas não necessariamente fundo com relação à água. Simplesmente fomos para longe da sujeira. Depois de onde quebravam as ondas, era quase uma lagoa, a água mais ou menos no peito. E quando vinham ondas eram ondas de verdade! Limpas numa cor próxima ao verde-água! O salva-vidas nos deixava muito seguros, porque todas as vezes em que olhávamos para a casa do salva-vida ele estava olhando o celular. Saímos da água e fomos buscar nossas coisas. Quando chegamos perto da casa do salva-vida ele pede “Tava bom o mar lá onde vocês tavam?” A gente se olha meio incrédulos, tipo, ele tava cuidando de nós? “Sim” respondemos, “Hum! É tem que ter atenção nesse mar, se cuidem” E saímos dali felizes sabendo que mesmo que o jogo de Snake estivesse emocionante, caso nos afogássemos ou fossemos atacados por tubarões, teríamos com quem contar. Continuamos caminhando para onde tivessem mais pessoas, e principalmente, mais salva-vidas atentos ao que ocorre no mar. Fomos para o “centro” de Arroio do Sal, onde tinham mais pessoas na praia. E sabe porque? Porque o Sol apareceu! Isso mesmo! Que nem tava no mapa da previsão do tempo do Jornal Hoje que dizia que ia começar a melhorar o tempo a partir do Sul. E era isso mesmo, lá em Curumim se via céu azul, enquanto em Torres continuávamos no Nevoeiro. No meio do caminho inventei um novo termo maralegria: uma mistura das palavras maravilha e alegria, mas que também servia para definir um mar bom, ou seja, mar e alegria, coisa que não tinha à nossa frente. Ao chegar próximo da casa dos salva-vidas, onde iríamos largar as coisas para entrar na água novamente, ficamos em dúvida se pedíamos para eles se iriam continuar por ali. Mas no fim acabamos não perguntando, ia parecer muito estranho. Entramos na água novamente, já desacostumada com o frio da mesma, demorou um pouco para se acostumar. Mais uns trinta minutos ali, uma área toda esburacada e um pouco mais perigosa que antes. E os salva-vidas? Estavam de pé olhando para o mar. Acreditamos que seja nossa culpa, pois ali era uma área mais ‘família’ e estamos no mesmo fundo que anteriormente onde não tinha quase ninguém. Saímos da água depois de uns 40 minutos de tentativas frustradas de um tiozinho acima do peso em tentar subir numa prancha. Sentamos nas dunas e ficamos olhando o mar. Quando, do nada, aparece um guri de mão dadas com uma guria e nos pergunta algo como “Tu tem um beque/bic?” Eu entendi beque, o Brayan entendeu Bic. Eu conheço o termo beque/bequezinho (ou coisa do gênero) como sendo droga, ai então ficamos em dúvida se nos acharam com cara de traficante ou com cara de papeleiro... o_O hahahahahaha! Aaah e foi ai também que passamos por um cara que tinha achado um jeito de prender o mp3/mp4 no boné, muito bizarro os fones surgindo da cabeça dele, era meio robô. De lá fomos para a casa do Brayan, ele ficou por lá e eu vim para a qual estamos hospedados. No meio do caminho encontrei minha mãe – ela veio até o centro descobrir um lugar onde fizessem o jogo do bicho ¬¬ - ganhei um sorvete e viemos para casa. Ela estava ouvindo rádio e cantando Folha de Bananeira do Armandinho, daí eu pedi o celular emprestado para ver qual rádio era. Não descobri, mas a vinheta do programa achei muito estranha: “Só as melhores e mais pedidas” tipo, tava tocando Folha de Bananeira. Oo Não tinha nada mais velho? Fui mexendo nas estações e encontrei umas seis rádios que pegassem, inclusive a Atlântida de Porto Alegre, ela disse que só pegavam duas. Cheguei em casa e minha tia estava lutando com a TV porque a Globo não pegava mais (pensei, “Meu Deus estamos sendo atacados. A GLOBO NÃO PEGA??”) Fui lá tentar mexer naquele aparelho bizarro de parabólica que tem aqui, e no meio do caminho encontrei a BAND! Isso mesmo, agora vou poder ver Tudo no Improviso! E nesse momento ouço o Datena fazendo um discurso envolvendo algo entre Pizza e Panetone, deduzo eu que esteja falando do Governador do DF. Ele disse que vai fazer uma Pizzatone. Oo Agora que consegui pegar a Band na TV e a Atlântida Tramandai no celular me sinto ‘um pouco’ mais conectado ao mundo externo. Porque sei que terão muitas pessoas vendo o Tudo no Improviso – não que terão pessoas vendo JN e Novelas hahaha – e porque sei mais ou menos o que se passa no RS e SC graças ao Pretinho, tais como que em Porto Alegre está 40ºC e que em SC está muito frio e chovendo e sexta-feira começa o Planeta SC. Será que consigo fazer pegar TVCOM? hahahaha! Agora vou voltar lá na praia procurar pela Beta e o pai dela que foram para lá e não voltaram... Sujar os pés de areia. =D (na verdade me propus para árdua tarefa, o sol abriu bastante e não to a fim de ficar em casa, e o melhor, ninguém ta reclamando de eu estar saindo tanto... hahahaha) – 19h05

23h34 – Terminei de ver Tudo no Improviso, nenhuma novidade no programa, mas gostei do Stand-up do Marco Luque e ri bastante. Então agora, de noite, não aconteceu nada de mais. Pedi R$0,06 de desconto na padaria, a mulher falou pra mim voltar lá depois daí, deve estar esperando até agora. Quase perdi meu chinelo atravessando a rua quando ele prendeu numa mistura gosmenta cor, prefiro dizer, de barro, porque bem que poderia ser outra coisa. E esse é um tipo de comentário inútil e nojento que vocês não queriam ter lido, eu sei. Agora à noite meu irmão ligou dizendo que quem sabe não venha para a praia no fim de semana, que tem um show sábado e uma formatura domingo, ambos em Porto Alegre. Minha mãe disse para ele escolher entre um ou outro. Porque se não ele ia cansar muito e blábláblá – ela ainda não percebeu a hora que a gente dorme e acorda? Cinco horas de sono por dia estão bons. Que nem diria o Rafinha, eu durmo um dia sim, um dia não. Assim ta bom! Será que eu a aviso que os planos dele envolvem tudo, menos, vir à praia? Ele detesta areia, mar e calor. Ela comentou que ele havia saído hoje para treinar direção para puxar o saco e que isso seria bom para ele poder sair. Daí ela disse algo sobre passar mais tempo com a família pra poder sair. Daí eu comentei sobre que volto pra casa, fico uma semana, na outra tem o Camporee e na outra tem o Planeta. Ela disse que era bom então que eu ficasse com família então. OK! Que nem diria Dom Pedro, Eu fico! Aaah e eu falei das pessoas vermelhas. Mas não posso dizer muita coisa, minha cara, a parte de cima dos meus pés e um pouco dos meus braços também estão vermelhos. Mas como eu já sou meio moreno naturalmente nem nota-se, ainda bem. Nada mais a declarar dessa noite. A esperar por amanhã. 00h24, mas não vou dormir, cansei menos hoje. Quem sabe eu ainda fuja agora a noite...

[Momento Twett do dia: Esse post já deu4 pgnas do Word!O_O Vo para de escrever, vontade de sair porque ta mt quente.Mas tds foram dormi,vão pensa q eu fugi... hehe]

[Momento Twett do dia: Hoje quando apareceu o sol eu finalmente vi minha sombra. Pensei que ela tivesse ficado em Caxias. Hehehehe!]

[OFF: Estou sem internet, mas não sem o computador, com isso chego a quatro conclusões: 1º Não vivo sem computador; 2º Escrever é uma ótima maneira de passar o tempo, deve ser por isso que twitto tanto; 3ºSe não tivesse encontrado o Brayan e o Paulo já teria enjoado do computador; 4ºSem esse computador eu não sei o que faria em momentos de ócio apenas com a família].

Praia dia 1 – Chegamos. E agora?



[ Momento Twett do dia: Chgmos na gringolândia,continua igual.Nda p/fazer.Axei conhecidos-aleluia,ainda ñta chovendo.Sol?Tinha um pouco na Rota do Sol,pelo menos lá]

Saímos de Caxias do Sul às 7h30, chegamos em Caxias do Sal às 10h30. No caminho nada de interessante, apenas a descida da Rota do Sol, onde abriu o Sol e se tem uma das vistas mais lindas que eu conheço dos poucos lugares que já passeie, os paredões e cânions, misturado com as faixas e asfaltos no meio. É uma estrada que realmente da vontade de viajar, lugar maravilhoso. Três horas com os fones de ouvido, durmi só após o viaduto que passa em cima da BR101 em Terra de Areia até chegar em Arroio do Sal. Foi bem pouco tempo. No que chegamos tinha sol aqui, o único sol que vi até agora (estou escrevendo esse post na terça feira 12h02). Desço da van, estou de calção camuflado, uma bota/tênis da Bull Terrier, uma camisa com um tecido meio ‘quente’, xadrez, de manga comprida e gola pólo – tipo Danny Jones sabe – bom, no que desço da van percebo: 1ºMinhas roupas não condizem com o ambiente em que me encontro; 2º Vou passar calor até trocar de roupa; 3º Vai chover ainda hoje. Ora não me martirizem por isso, sai de Caxias as 7h30 da manhã, tava frio e com cara de chuva... Vamos à imobiliária cuja casa alugada pertence e o dono nos diz: “Tem gente ainda lá, mas vão sair hoje, por enquanto vão nessa casa (E nos entregou uma chave) e podem almoçar, tomar banho lá enquanto a que vocês alugaram não fica livre” Mãe e tia não gostaram muito da idéia, mas fomos. Não descarregamos nada, só fomos no banheiro e fomos passear. Dez minutos e já tínhamos ido de Rondinha a Camboim. Duas praias de distância de Arroio do Sal, no sentido Sul-Norte. Almoçamos numa pousada que tinha buffet livre a R$10,00 e depois continuamos o passeio até os outros poderem sair da casa para que nós tomássemos o lugar. Enquanto dirigiam na Interpraias num vai e volta sem fim, eu, deitado no ultimo banco, virado para o Oeste, tinha uma beeeela visão da serra – a mesma que não vejo agora por causa da chuva ininterrupta – e jogava Mortal Kombat 3 com um controle USB de Play2 no Notebook! Viva a Tecnologia para os momentos de ócio. Daí quando já eram 14h15 decidem parar numa pracinha para que a Beta – prima de oito anos – possam brincar e a gente possa esperar o tempo passar. (Esperar o tempo passar = tédio] Daí então, com a van vazia, começo a insaciável procura pelos meus chinelos (cadê o chinelo?????) Depois de muito esforço tirando malas umas de cima das outras achei o maldito. Camisa eu já tinha deixado fora da mochila no bolso onde normalmente deixo a maquina de comer nos acampamentos prevendo que estaria quente aqui. Foi só tirar a mochila da posição travesseiro de viagem, fazer um esforço para conseguir tirar os 70litros de bagagem de baixo de mais um monte de bagagem alheia – não entendo... eu trago UMA mochila, tem gente que traz três bolsas! – e conseguir abrir o fecho e pegar a camisa do Odiar – The Dark Lord. Devidamente melhor trajado sai da van e avisei, “Vo caminhar na praia, depois vo direto la na casa ou então ligo pra vocês” Deixaram, beleza. Caminho alguns metros e ouço passos vindo correndo atrás de mim. Olho para trás e vem vindo a Beta! ¬¬ OK! Mas no que ela chegou eu disse, “Ta Beta, mas eu vou caminhar bastante, tu quer vir mesmo comigo?” Sim, ela respondeu. Ai então fomos os dois em direção a Torres. Uma mistura de tempo bom com tempo ruim. Nem chuva, nem sol. Nem quente, nem frio. Parecia Caxias, a única diferença é que tinha o mar no nosso lado e areia nos nossos pés. Seguimos, seguimos, seguimos, seguimos, seguimos... Ai então a Beta começa a cansar. Daí eu disse “Vamos até aquele toldo amarelo e daí lá a gente vira e volta pela rua principal” Ela aceitou a idéia. O problema? Aquele toldo amarelo não chegava. Certa hora pensei que fosse uma miragem! Quando chegamos lá, viramos, e entramos na rua principal. Caminhamos e não vimos viva alma. Já eram 15h15 e eu todo feliz disse pra ela “Beta, já tamo caminhando faz 1hora!” Ela não demonstrou a mesma felicidade. No que passamos uma casa onde tinha um cara limpando um trailer pedi, “Essa praia aqui é qual?” “São Jorge!” “Hum... pra Arroio do Sal tem mais quantas? “Tem mais três!” Pensei “SACO!” e respondi “Obrigado, ainda temos muito pra caminhar” e o cara do trailer de uma risada daquelas de verdade. HAHAHAHAHAHA!!! ¬¬ Conforme seguíamos caminhando a Beta, de apenas 8 anos, a duas horas caminhando na areia e no asfalto de chinelo de dedo começa com a frase de criança mais querida de todas depois de uma loonga viagem: “Já tamo chegando?”Daí em diante percebi que ia ser difícil fazer ela manter o ritmo, o meu ritmo no caso. Mas continuamos, passamos São Jorge, passamos Camboim, chegamos em Arreias Brancas, passamos o Chicon Lanches e daí ela disse “Não dá mais. Vo para aqui.” E foi o que ela fez... ¬¬ Daí primeiro fiz de conta que liguei pra mãe dela que viesse nos buscar, ela acreditou. Continuamos caminhando crente de que a mãe dela tava vindo. Ela começa a reclamar de novo e eu digo, “Oh! Vamo até aquela antena lá e daí a gente para espera ela.” A Antena, era a antena da Oi (Telefônica no caso) que tem dentro de Arroio do Sal. Chegando na antena eram poucas quadras até em casa, queria mesmo era iludir ela e fazer com que ela chegasse até o fim da caminhada. Isso pelo menos sempre funcionou comigo nas primeiras jornadas quando escoteiro quando a gente reclamava do cansaço. Daí ela reclama de novo, dessa vez mais séria, com um pouco de lágrimas nos olhos. Ligo, dessa vez de verdade, para a mãe dela vir nos buscar. (Seriam essas lagrimas uma ‘atuação’ para que eu ligasse?)Ela disse que estava vindo e que era para pararmos onde estávamos para ela nos encontrar, mas eu, como toda pessoa malvada e sabendo que aquela Avenida Interpraias era um linha reta sem fim não via motivo para ficar parado. Falei pra Beta “Ela ta vindo, mas ela disse pra que a gente fosse caminhando, daí mais rápido ela encontra a gente e mais rápido a gente encontra ela” Até que isso faz sentido, mas não tinha muita utilidade hahahaha! Mais cinco minutos caminhando e a mãe dela chega. Entramos na Van, passamos uma quadra e estávamos em frente à Antena. “Viu Beta se tu tivesse agüentado mais um pouco a gente quase chegava”. Mas depois da antena foram mais umas 15 quadras até a casa. Uma diferente daquela que era pra ser – as pessoas não foram embora. A casa é melhor, mas aqui não tem SKY, lá tinha. Chegamos em casa e minha mãe diz que havia encontrado dois colegas meus na rua. Eee! Ligo para um deles e nada. Ligo para o outro, no que atendem digo, “Alô, o Brayan” “Ele não ta” “Hum... ta eu ligo depois” “Depois ele também não vai ta, eu seqüestrei o celular dele” Duas conclusões: 1ª Quem é tão idiota para ‘seqüestrar’ um celular? 2ª O idiota só podia ser o Paulo. Após chegar nessas duas conclusões pedi pro Paulo onde eles estavam. “Areias Brancas” “PORRA SEUS MERDA ACABEI DE VIR DAÍ!” (pensei) “Ta ok, to indo ai” – foi isso que eu disse. Mais umas 10-15 quadras caminhando e chego lá, de longe vejo o Paulo com uma camisa listrada e faço a piada básica. “É pra procurar onde ta o Wally?” Dali seguimos pela centro, suuuper movimentado, cheio de atrações e pessoas fazendo festa – not. Vamos até a casa da vó do Paulo, ele se perdeu no caminho. No meio do caminho passamos por uma casa que tinha no teto duas janelas sobressalentes pequenas, eu disse “Deve ser lá que moram os duendes” e então os guris comentam “Eu disse que quando ele (eu, Gabriel) chegasse, ele ia falar alguma coisa de duendes” hahahahahahaha. Chegamos lá, comemos um doce de padaria com açúcar cujo nome tem duplo sentido quando dito junto com a palavra comer, por isso não irei falar o nome de tal produto alimentício.O Paulo ficou por lá já que ia voltar para Caxias às 19h. Eu e o Brayan ai então fomos para a casa dele, que adivinha onde era? Isso, quase em Areias Brancas! \o/ Só hoje caminhei alguns vários quilômetros, de chinelo! :s Fomos lá para que a vó dele percebesse que ele ainda estava vivo e são. Bebemos uma coca e fomos para a praia. Uma visão nada agradável. Me refiro aos gringo gordo com a pele toda vermelha e ao céu. CAAAARA QUE CÉU! PRETO! ANUNCIANDO O TEMPORAL DOS TEMPORAIS! Sentamos na areia alguns minutos e ficamos vegetando sobre a vida. Isso já eram umas 17h30. Falamos sobre as pessoas legais de encontrar e desencontrar na praia, sobre como seria se um tsunami estivesse chegando, sobre como têm praias mais legais tanto ao norte quanto ao sol, sobre como minha mãe estava sendo legal em me deixar sair sozinho na praia.

[OFF: Acredito que tenha sido um daqueles momentos The Secret. Faça coisas boas e receba coisas boas. Tipo eu sai com a Beta por duas horas, o mínimo que eu poderia ter em troca era a liberdade de poder passear na praia sem ter que ficar explicando aonde eu vou].

O clima na praia era de terror, tipo do filme Nevoeiro – segundo o Brayan, nunca vi esse filme – não se enxergava muito longe por causa de uma névoa bizarra que cobria os dois lados da paria. No céu uma nuvem preta, preta, preta! E além disso um vento muito macabro. Um Tsunami perto desse 2012 não era nada. A julgar pelo “monstro da fumaça” e as miragens tipo o quiosque amarelo, cheguei a pensar que estava na ilha de Lost. Dali a pouco ia encontrar uma escotilha na areia... Depois dessas conversas de bunda na areia fomos pra água. No início não aprovei a idéia. Não tava a fim de me molhar no primeiro dia. Mas daí olhei pro céu e percebi que até chegar em casa ia me molhar igual por causa da chuva. Ok! Ficamos na água até que a chuva começou. E não foi aquela chuva que começa fraquinha e vai aumentando a intensidade. Ela foi terrível desde o início, parecia que estava chovendo areia molhada na gente ao invés de pingos. Eles doíam. O Brayan foi pra casa dele e eu fiz a longa caminhada atravessando o centro até minha casa. Cheguei aqui, tomei banho um bom banho quente. Limpo, seco, aquecido e feliz fui ligar o notebook para escrever e ele estava sem bateria. Maldito Mortal Kombat 3. Deitei na rede ouvir musica e cochilei. Fui pro sofá ver o Fantástico, cochilei. Acho que se eu ficasse em pé no meio da rua empoçada, eu cochilava. Nem sei que horas eram, mas acredito que foi antes das 22h30 – 23h, fui dormir. Isso mesmo, dormir. Deve ter sido o dia mais cedo que fui dormir nas ultimas três semanas, ou mais. Amanhã outro dia, e espero que não chova... E novamente. Viva o computador móvel.

[Momento Twett do dia: Se existe uma coisa estranha é fazer posts sobre segunda-feira numa terça-feira. Sensações dejavú à flor da pele! Hahahaha!]

[OFF: Caaaara como ta tocando Armadinho! E não só musica nova! Já ouvi cinco músicas diferentes, tocando em cinco horários diferentes, e em várias rádios diferentes. Clima de praia é outra coisa hehehehe! Bacana, bacana! Armandinho é bom mesmo, tem mais é que tocar.]

[Momento Twett do dia: Sinceramente, ainda bem que encontrei conhecidos. É uma boa maneira de aproveitar melhor a estadia na praia.]

Ócio de Verão - Praia


O que tem de mais bonito na praia é a vista da serra atrás daqueles que ficam o dia todo encarando a imensidão no horizonte do mar. Enquanto tem gente que não vê a hora de chegar na praia para ver o mar e pular as sete ondas, eu, por exemplo, fico fascinado com as formações montanhosas que se formam ao longe. É tão... perfeito. Você anda quilômetros e quilômetros em uma beira mar e a forma das montanhas variam a cada segundo. Picos e morros, paredões e planaltos. É uma paisagem própria de papel de parede do desktop. Enquanto isso, o mar, eu não vejo muita graça nele. Tem-se algumas dunas pequenas cobertas de mato, uma linha reta de areia, e depois alguns metros de ondas e depois uma faixa azul que se estende até onde os olhos enxergam. Sinceramente, qual é a graça disso? Ver a imensidão do mar nunca foi desejo de ninguém. Os navegadores que ficavam encarando o mar faziam isso por que imaginavam as terras que teriam no horizonte. Hoje nós sabemos quais são as terras que estão no horizonte. Já inventaram o Google Earth para tal. De que adianta ficar olhando o mar sabendo que a África como diria o Vanuci , é logo ali!

O que passa na cabeça de alguém que passa o dia inteiro no PC, mas que passa o dia todo querendo sair. E que quando sai, passa o tempo querendo estar no PC, mas não na mesma intensidade quando na situação inversa. Dez dias na praia, muito tempo livre, muito menos coisas para fazer. Um computador com Word, alguns jogos meia boca, sem internet, e a tela falhando. Ipod com 542 músicas, colocadas em cima da hora, sem ter feito uma escolha selecionada música a música. Muita chuva nos primeiros dias, alguns vermelhões e bolhas nos pés de tanto caminhar de chinelo... Isso mesmo. Dez dias na praia para mudar a rotina entediante da cidade. A melhor maneira de passar o tempo, escrevendo. Que é o que farei, e estou fazendo sempre que não tenho nada para fazer. Essas são as memórias impostumas de uma mente insana consagrando o ócio. (olha que chamada bonita para o antigo blog hahahahaha) Longe do Twitter e da comunicação com o mundo, e quero me manter assim o tempo que conseguir. Escrevo para passar o tempo, e também para que não passe em branco esses dias de “férias”. Afinal que graça teria sair e não ter nada marcante para poder lembrar depois. Quem sabe até o fim desse passeio no litoral eu já tenho escrito um livro. Só depende de mim. Afinal não dizem que a vida é um livro aberto esperando para ser escrito? Acho que finalmente entendi o significado dessa frase. De nada adiantar seguir vivendo cada dia sem ter feito nada que seja realmente significante para lembrar depois. Sei que se eu fosse escrever o que acontece em cada dia, nos dias em que fico em casa no PC das 13h às 01h não teria muito do que falar. Mas quando tu sai e aproveita o mundo que tem ao teu redor, aí assim. Que nem diria o Mr.Pi, aaaaí está. Se a vida é um livro aberto esperando para ser escrito e somos nós os escritores, o que precisamos é inspiração, e a melhor maneira de encontrar a inspiração é tendo experiências. Experiências estas que só temos quando inovamos, abusamos, arriscamos, acho que a melhor palavra para usar é “aproveitamos”. E deve ser por isso que tenho estado tão inspirado nesses dias. Coisa que eu dificilmente estava tendo em casa, quem me segue no Twitter e lê meus twetts pôde perceber que por várias vezes estava com ‘pouca inspiração’. Mas me lembro das aulas de português em que a professora dizia que não precisamos de inspiração, nós temos inspiração. Só não sabemos como utiliza-la. Acredito que essas últimas frases saíram tão bem feitas graças à dobradinha que segue no Pijama Show, foram duas da Janis Joplin, duas dos Rolling Stones e agora duas dos Beatles. Tem como melhorar? Tem como se inspirar mais? A única maneira de saber é lendo o que se passa na cabeça desse que vos escreve. Siga lendo... ;)

TV, a gente faz pra você

Loucura, loucura, loouuucura! Incrivel o que pode acontecer em uma hora vendo TV. Vamos resumir tudo em 280 caracteres:

Essa minha ultima uma hora na TV merece 1POST,não dá pra explicar tudo em 140caracteres. Mas saiba que teve Scracho,Gal Costa,Stevens,McFLY, Fashion TV, Gastão Moreira, Moda Sertaneja, ModaBrega, Sidney Magal, Calypso, Stand UP... Tudo em uma hora. Mas o que mais gostei foi ver o clipe de Do Ya.

Agora vamos para um textinho mais elaborado e desconcertante do que meus inumeros twetts! Se é que isso é possível...

Tudo começou quando vi um Twett da Yas que dizia "
@yasborges mtv apresenta @scracho agora na mtv =)" ai então fui para frente da TV assistir à metade final do Show do Scracho. É tão bom, eu com sono, frio, deitado ouvindo aquele mistura de reggae com rock tão bom que o Scracho faz... E eu ainda peguei a segunda parte do Show dai foram só as muscas calminhas tipo Sissy, Morena, Quase de Manhã. Dois Sorrisos e a música do nome grande. Mas eu não dormi! \o/ Aaah quero outro show do Scracho! Planeta, Planeta! Tomara que la eles levem os cara do Trompete e Sax, e pra constar - Palco Alternativo? Aff! Ja podia ta no Palco Principal né! Mas Post pra falar sobre Planeta Atlantida mais adiante. Pra terminar de falar de Scracho veja o vídeo de Sissy do ao vivo que é muuuito tri!



Continuando... Acaba o MTV Apresenta Scracho. Entra o intervalo na MTV, algumas propagandas e tal e começa um Acústico. Começa com um batuque, depois aparece uma baaaita orquestra. E eu já todo feliz pensando eeeba um acustico bacana. E eis que no meio da tela aparece... uma mulher que eu de cara não conhecia, e então surge seu nome Gal Costa. Aaah! Foi como se todo o efeito da Felix Felicis tivesse passado e eu nem aproveitei o orgasmo de felicidade que o Potter sentiu (que frase estranha...) Ta continuando. Isso era 14:28 coloco no Multishow, VH1, MTV, Play TV. Multishow tava dando alguma coisa de reality, VH1 intervalo, MTV Hits era um Playlist HIP HOP, e no Play TV tava terminando o Playlist Angra. Bom terminou a sessão metal do dia era 14:29 e dai começa a Programação Musical - ótimo nome de programa num canal de música. Até aqui não tinha acontecido tatna coisa, afinal fiquei vendo apenas um canal. Mas quando deu 14:30 dai minha cabeça não sabia mais o que tava assistindo...

Primeiro clipe que passa no Play TV: O Que Você sempre Quis - Stevens e dae não dá pra incorporar o clipe da música aqui ¬¬ mas dai entra no Youtube e vê lá! ;) De início eu não percebi que era um clipe :P é que tipo o fundo do clipe é muuuito parecido com as propagandas do Play TV, (tipo meio louco sabe, várias imagens e luzes e uma sensação psicoledica de episodio do Pokemon que faz as crianças desmaiarem, ufa!) dai deu a impressão de que era o intervalo com música. (meio fora eu né...eu sei) Bom. dai começa a tocar a música, aparece o nome da Banda e dai lembro que eu ja conhecia a Banda! Ééé acho que foi em setembro por aí que tava na Comunidade do McFLY e dai fui ver o Tópico Recomenda uma Banda e dai la tinha eles. Naquela época vi o Clipe de Parecia Estar. E até me lembro de ter comentado com o @samuelmcqueen "Bah, gostei, tem mesmo uma influência de McFLY. E o estilo dos cara não é apelativo nem pro emo nem pro arco iris do Cine" Tipo esses dois detalhes já fazem com que eu veja uma banda de outra maneira hahahaha! Bom dai acabo o clipe deles e começo Marraia Caurri (não sei escreve o nome dela) dai eu vim pro PC pra ver o outro clipe da banda que eu já tinha visto alguns meses atrás... No início tive uma sensação meio dejavu (não, não to falando da banda lá apadrinhanda do Celso Portiolli...) de que aquele clipe parecia ter outro meio parecido.... Dai horas mais tardes vendo sei lá que canal de música passo o Clipe da Hori - Segredo e dai eu percebi "aaaah era aqui que eu ja tinha visto um clipe de banda nova no colégio com o relógio batendo no início do video..." Dai agora já baxei o CD da banda e são beem legais as musicas. As letras também, tipo a música de Zero a Cem que me lembro a letra de Saturday Night do McFLY tipo:

McFLY: 'Quando meus pais saíram da cidade; Eu reuni todos os meus amigos; Então nós vamos dar uma festa hoje à noite; [...]; Você sabe que todo mundo gosta de uma festa no sábado à noite"

Stevens: "O pai dela sai de casa e a gente se diverte; Sexta-feira a noite inteira quatro e meia da manhã; O pai dela chega em casa mas a gente se diverte; Perco a hora toda hora embaixo do seu cobertor."

Em tese muda só o dia da semana! \o/ Bom pra conhecer a banda segue no Twitter e vê o clipe aí!



Vejo o clipe, volto pra TV e logo após a tia bêbada que comentei ali em cima toca o quê? Toca o quê? Toca o quê?? SIM! Do nada começa uma musica de Natal, mostra uma casa toda iluminada, as pessoas lá dentro conversando, dai vai um cara e abre uma caixa de presente e quem aparece dentro da caixa? QUEM? QUEM? QUEM? Ele mesmo! Dougie Poynter! A minha emoção quando começou a tocar Do Ya foi como se o efeito da Felix Felicis tivesse vindo mais tarde! Sinceramente o clipe já ta antiguinho, quase nem toco no Brasil e quando era época de toca "Natal" ele não toca! E dae - do nada - no meio da tarde começa a tocar! Sério fiquei muito mongo na frente da TV (como quase todas as vezes que aparece McFLY HAHAHAHA) E o clipe de Do Ya não tem comparação.
É O CLIPE MAIS MONGO QUE EU JÁ VI! Em todos os sentidos, os quatro tocando e mexendo a cabeça com aquele sorriso tosco na cara, é muito Ringo Star aquilo. E os zumbis que chegam no Natal e comem as pessoas! E pensar que a música virou single para arrecadar fundos para o Children in Need... Acho que por causa dos Zumbis e do Clipe nada a ver com a música que eles não alcançaram o 1ºlugar, ficaram com o simples 3º. Quem sabe um clipe meio Sorry's Not Good Enough teria feito mais sucesso. Mas fazer o que, agora eles mandam neles mesmos, e "com certeza" o clipe tem muito cara de McFLY. Principalmente o final da van em frente a lua, o Tom deve ter se inspirado em ET pra dar aquele toque final ao clipe. Veja no Youtube porque não dá pra incorporar também ¬¬ e Feliz Natal! E caso esteja odiando as bandas que eu comentei até agora, Scracho, Stevens, McFLY. Calma! Porque como diria Murphy, nada está tão ruim que não possa piorar!


Bom ai já eram tipo 14:40 mas ainda tinha muita coisa pra acontecer... Zapeando (Adoro esse termo) paro no canal Fashion TV - acho que foi a 1ªvez que parei pra ve esse canal - tava dando o programa Moda e Música cujo tema dos primeiros 15minutos era Moda Sertaneja e depois Moda Brega. Uma sintese do programa segundo o site Virgula:

"Estreia dia 26 de junho na Fashion TV o programa Música e Moda: Uma Relação Intensa, sobre a influência recíproca entre esses dois meios. São 13 episódios que vão do rock ao new wave, passando pelo punk e heavy metal a dance music, que destrincham a forma com a qual movimentos culturais trazem, além de um som próprio, um estilo que transpira atitude e personalidade por meio de roupas e acessórios. Com apresentação de..."

Apresentação de? DE? DE? Comecei a ver o programa e o narrador me era conhecido, aquela voz... Meu cérebro lutava, era uma grande batalha entre os neurônios saudáveis e os neurônios rebeldes que não deixam a gente lembrar das coisas antigas. E então ele apareceu! =O E eu continuei sem lembrar quem era... Dai então no 2ºBloco os neurônios do bem venceram e meu cérebro conseguiu lembrar quem era aquele que falava. Gastão Moreira!


Uma voz esquecida... a ultima vez que tinha ouvido falar daquela criatura havia sido no Gasômetro da Atlantida Floripa (até hoje não entendo o porque desse nome já que o Gasômetro é em POA, ou tem alguma gasômetro em Floripa também?) um programa que eu nunca entendi direito o que ele tocava. Mas é aquela coisa né... As pessoas somem e tu ve elas depois de um tempo no Fashion TV. Foi tipo quando eu tava vendo TV Cultura terça feira no Programa Novo
que tinha o Dallas Ink e o apresentador era o Zé Brites! (ou o Ico Thomas catarinense como eu digo hehehe) me lembro de ver ele nas férias em Gaivotas quando passava o Patrola SC ou então nas Transmissões do Planeta SC na TV COM e hoje o cara apresentando um programa na TV Cultura. É aquela coisa né, jornalistas gauchos e catarinenses subindo pro eixo Rio-São Paulo. Só o Gastão que desceu hehehe!

Ta então continuando, na primeira parte do programa sobre moda sertaneja aprendi muito com o César Menoti e Fabiano. Disseram o seguinte: "Moda Sertaneja é assim, calça jeans e bota de ponta. Tem uns que usam chapéu tipo o Sorocaba, mas eu não uso porque não achei um que coubesse na minha cabeça. E tem alguns que usam as calça mais justa tipo o Zezé, mas pra nós dois aqui não dá (risadas)" Então fica a dica pro Lucas e pro Tavares da Fresno. Vocês já estão bem próximos do Chitãozinho e Xororó e são facilmente confundidos com Zezé di Camargo e Luciano, por favor, não usem botas de ponta. E depois foi a parte brega! Começou com Sidney Magal, entrevista com Falcão, falaram de jovem guarda, tropicália... Deus o livre! Foi uma aula de história sobre "Cultura na Época da Ditadura" muuito interessante mesmo. Mas no fim apareceu Calypso. Nada contra, teve uma época que eu vivia cantando Cavalo Manco. Mas depois que vi um dos "trajes" da Joelma eu quase enfartei... Era uma roupa cinza, que fechava nas pernas, e o cabelo tinha uma 'coisa' que puxava pra trás e dois negocios na cabeça meio cabelo de Princesa Leia... Parecia alguma coisa assim.

Sim! Isso é uma Barbie Lady Gaga... Agora pergunto: seria Joelma a Lady Gaga brasileira? Mas após terminar o Moda e Música no Fashion TV coloquei no Globo News onde estava passando o Estudio i. Lá tinha um humorista stand-up. Foi bem rápido mas deu pra dar algumas risadas de algumas piadas do tipo: "O nome do meu show é Comédia (não lembro o resto - comentario meu este hehe) porque todo show de Comédia precisa ter comédia no nome, se não o público pensa que é um drama ou um monólogo. Você olha o cartaz do show e ve um cara sozinho no palco com um microfone na mão. Se não falar que é comédia no nome ninguem entra." Ou então "Isso mesmo, vá hoje a noite no Teatro ver meu show! Não fique em casa vendo Lost. Desligue a TV da Globo e vá ao teatro. Afinal você já sabe tudo que vai acontecer nessa temporada!" Nessa eu ri mais... Ta chega de escrever que esse post já ta muito grande. Pra terminar uma dica de banda/cantora. Ke$ha! As unicas mulheres que falei aqui foram a Gal Costa, Joelma e Lady Gaga (e a Dedé do Scracho de certa forma) Então veja essa apresentação de Blah Blah Blah!



Agora comenta ai né! Nuncam comentam tchê! (Ou ninguém lê? :'[ ) E da um RT e me deixe feliz. Até mais ver... Aaaah! E a partir de 10 de Janeiro no Blog da TSX tem especial de um ano de Jamboree! ;)

O Fim dos Maias, Promoção History Channel


Então... esse é um texto, na verdade uma "resposta" à uma pergunta de uma promoção do The History Channel. O nome da Promoção era "Exploração Maia" e a pergunta era: "Na sua opinião, qual foi a principal razão do colapso da civilização maia?" Depois de muuuito tempo escrevendo, quase morrer de agonia porque o site na versão brasileira não funcionava, consegui finalmente completar todo o formulário. Mas só consegui isso na versão argentina do site, ou seja, todo o texto foi sem 'ã', sem 'õ' e sem 'ç', ficou no mínimo estranho o "civilizacao". Pero en fin del texto escribi que soy del Brasil y espero que ellos entendan mi situacion... Espero que gostem do texto! Eu simplesmente adorei, porque fazia tanto tempo que eu não escrevia que eu estava ficando meio enferrujado quanto a inspiração pra escrever...

A RAZÃO DO COLAPSO DA CIVILIZAÇÃO MAIA

Os maias foram uma civilização das mais avançadas de sua época. Cresceram como nenhuma outra em uma área que até hoje consideramos difícil de viver. Porém assim que chegaram ao auge do desenvolvimento decaíram. Uma civilização que tinha tudo para ser uma potência na América, isso se os espanhóis não tivessem chegado aqui e destruído tudo como se eles fossem animais infestando as florestas. Mas porque que após a chegada dos espanhóis, e antes mesmo disso, os maias já vinham em declínio e hoje sumiram sem deixar vestígios?


Sabemos que em certas regiões de onde um dia reinou seu império existem descendentes desse povo. Mas o porquê deles terem sumido tão rapidamente é uma questão que com certeza nos faz pensar. Inteligentes, ricos, conhecimento de astronomia, matemática, construções maravilhosas, sábios da agricultura, construção civil, militarismo... E mesmo com tudo isso, acabaram. Existem quatro teorias, como visto nos documentários de Exploração Maia, guerra, fome, desmoronamento do sistema comercial e crise ambiental causada pelo excesso de construções.


Na minha opinião o fim da civilização Maia tem uma explicação simples. E serve como exemplo. Um exemplo que ainda temos tempo de evitar fazer igual.


Os Maias me lembram muito as grandes potências mundiais atuais. Detentoras de toda a riqueza, sabedoria, tecnologia, não medem esforços para construir, construir e construir. Não pensam nos problemas ambientais que estão causando e muito menos nas consequências que eles trarão com o passar dos anos. Vivem em guerras internas e se metendo em assuntos externos que nada têm a ver com sua política, a não ser claro, seus interesses econômicos em determinada região. Com o passar dos séculos sofreram e continuam sofrendo com as mudanças climáticas. A população valoriza o comércio mais do que tudo, consumismo exacerbado. Vêm a religião como sendo de suma importância, mas esquecem da convivência pacífica com aqueles que vivem no mesmo mundo que o seu, afinal como diz no documentário "os maias adoravam guerras". Somando o descuido com o ambiente em que vivem, essa paixão pela guerra, o consumismo, a necessidade sem precendentes de querer sempre mais e mais e claro a destruição de seu império pelos estrangeiros fica claro entender o motivo do colapso da civilização maia. Aqueles que sempre se julgam superiores ao demais, cedo ou tarde, serão subjugados pelas próprias atitudes. Usando uma simples metáfora, quanto mais alto escalar uma montanha, maior é a queda. E foi isso que aconteceu com os maias, aqueles que um dia chegaram aos céus, conversaram com deuses, previram o fim do mundo na nossa era, uma hora caíram. Uma queda muito mais rápida do que sua ascensão.


Como dito anteriormente, os maias me lembram muito as potências mundiais de hoje. Uma delas, cito a principal, Estados Unidos da América. As semelhanças são muitas. Hoje os EUA são detentores do conhecimento tecnológico, maior riqueza do planeta, maior poluente que existe e sem pensar nas consequências. Apenas depois que os desastres acontecem é que começam a pensar no que deveriam ter feito. Assim como os Maias que construíam as pirâmides e desmatavam enormes trechos da floresta sem pensar no que aquilo iria causar em um futuro não tão distante, hoje são os Estados Unidos. Destroem a natureza e poluem o ar, mas de nada servem para decidir como evitar o aquecimento global como visto recentemente em Copenhagem. Só pensam nisso após catástrofes atingirem seu próprio território como no caso do Katrina. Amam a guerra, até mesmo o Presidente defende a guerra como o único meio de alcançar a paz. E o pior é que são guerras fora de seu território, se metem em assuntos políticos que não são de sua importância, tudo isso pensando nos benefícios econômicos que terão com a guerra. Ou muitas vezes já se precavendo, ou seja, tirando o que precisam daqueles que não sabem como utiliza-lo como é o caso dos paises do Oriente Médio. Paises que vivem em conflitos internos e onde os Estados Unidos atacam para garantir o santo petróleo para si próprio. Mas de que adianta isso se até mesmo dentro de seu país têm ataques. Não se sabe se podemos chamar as guerras internas dos Maias como ataque terrorista, mas com certeza existe semelhança como nos ataques em escolas ou até mesmo em bases militares em que americanos matam americanos. Não foi assim com os Maias também? Maias matando outros Maias? E o que dizer dos Toltecas que durante muito tempo destruíram a parte norte do território maia até finalmente conseguirem dominá-los. Seriam os Toltecas atuais as Organizações Terroristas que assombram os sonhos dos estadunienses? E o que dizer do poder econômico dos Estados Unidos. Consumistas como ninguém, trocam de ipods a cada novo lançamento, e é exatamente por causa disso que são a maior riqueza do planeta. Mas de que adianta isso se é lá mesmo que começaram as duas maiores crises econômicas já registradas na história. Seria este um exemplo do "desmoronamento do sistema comercial" vivenciado pelos maias? Outra atribuição ao desaparecimento dos maias é a fome e os problemas com alimentação e epidemias. Chega a ser irônico de pensar, mas, onde estão os maiores problemas de obesidade no mundo? Exatamente nos Estados Unidos. Uma população que vive a base do Fast Food e não cuida da própria saúde. E o que dizer sobre epidemias? Não é a toa que a Gripe A atingiu em cheio seu país. Seria a gripe um aviso dos Maias? Afinal ela começou em Chiapa, uma região onde até hoje vivem descendentes dessa civilização que simplesmente sumiu sem que soubéssemos o verdadeiro motivo. Outra suposição é que os Maias tenham sido os primeiros refugiados do clima. Com seis meses de seca todos os anos, e com uma seca prolongada com o passar dos anos, seria este um bom motivo para que todos fugissem às pressas. Outro fato apresentado no documentário.


Não quero fazer uma critica aos Estados Unidos. É apenas uma constatação que chamou muito minha atenção ao tentar formular uma teoria sobre o fim da civilização maia. Duas civilizações que são grandes demais para seus projetos gananciosos. Governantes que manipulam a sociedade para sempre trabalharem em prol do desenvolvimento do império. Esquecem do mundo em que vivem e aos poucos destroem a si mesmos, conseqüência das atitudes mal pensadas das gerações anteriores que os antecederam. Os maias foram reféns do próprio mundo que criaram para viver. Foram grandes, poderosos, até hoje podemos visitar os sítios arqueológicos que nos demonstram a imponência de seu império.


Mas é como disse anteriormente “quanto mais alto escalar uma montanha, maior é a queda”. De nada adiantou os Maias terem feito a mais perfeita das escaladas sem que pensassem nas conseqüências que essa subida iria trazer. Naquele tempo nada sabia-se de aquecimento global, no que se refere ao desmatamento para a construção de pirâmides, por isso que o fim dos Maias serve de exemplo para a nossa civilização atual. Assim como ele que foram os maiores de sua região e sua época e hoje ninguém sabe o porque de se desaparecimento, assim podemos ser nós daqui a alguns séculos. O motivo do colapso da Civilização Maia para mim é esse: Aqueles que sempre se julgam superiores ao demais, cedo ou tarde, serão subjugados pelas próprias atitudes. Foi isso que aconteceu com os Maias, subjugados pelas próprias atitudes mal pensadas que tiveram, sumiram do mapa sem que soubessemos até hoje o porquê disso.


Será que eu ganho? =D Tomare... (yn)


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